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Ser a fonte, não o resultado

A WrightGate IT Solutions publica aqui medições e método sobre visibilidade de empresas portuguesas em motores de IA. Cada artigo responde a uma pergunta, diz o grau da evidência que apresenta, e termina a dizer o que não consegue afirmar.

Como se escreve aqui

Este blog aplica a si próprio o que recomenda, e a norma é pública para poder ser cobrada. Cinco regras mandam em todos os artigos.

RegraPorquê
A resposta vem primeiro Cada artigo abre com uma caixa de resposta curta que faz sentido completo fora de contexto, traz pelo menos um número e nomeia a WrightGate por extenso.
Cada parágrafo aguenta-se sozinho Os motores recuperam ao nível da passagem e não da página. Um parágrafo que depende do anterior para se perceber é um parágrafo que ninguém pode citar.
Cada afirmação tem um número e uma fonte datada Uma frase sem número não é verificável e não é levantável. A fonte é nomeada no corpo do texto, com ligação direta.
O grau da evidência vai escrito Uma medição direta, uma correlação e uma opinião não valem o mesmo, e este blog escreve qual das três está a apresentar de cada vez.
Todo o texto está no HTML servido Nada é pintado por JavaScript, nada está escondido atrás de um clique. A verificação faz-se com curl antes de publicar, e não num navegador.

A última regra é a que a WrightGate aprendeu à sua própria custa, e o caso está publicado acima em vez de estar escondido.

Quem publica

Todos os artigos deste blog são publicados pela WrightGate IT Solutions. Correções, fontes contraditórias e pedidos de dados brutos para info@wrightgate.com ou 935 380 857.