Diagnóstico WrightGate

Descubra onde a sua empresa está a perder oportunidades de crescimento.

Responda a catorze perguntas e receba uma avaliação da sua aquisição de clientes: onde entra procura, onde ela se perde, o que não está a ser medido, e o que fazer a seguir. Gratuito, em menos de dois minutos.

Ver como funciona
  • Sem cartão e sem compromisso
  • Resultado imediato no ecrã
  • Regras nossas, não é um horóscopo

Comece pelo diagnóstico

Quatro passos: a empresa, como chegam os clientes, o que entra e o que sai, e onde quer chegar. Só escolhas, nada para escrever.

Como funciona

Quatro passos, um resultado que se explica

  1. Responde

    Catorze perguntas de escolha sobre o sector, a origem dos clientes, o que investe e o que fecha. Sem campos de texto.

  2. O motor calcula

    As respostas alimentam quatro dimensões: aquisição, conversão, medição e capacidade. As mesmas respostas dão sempre o mesmo resultado.

  3. Vê o porquê

    Cada dimensão vem com a frase que explica a nota, construída com as suas respostas e não com um texto genérico por banda de pontuação.

  4. Sabe por onde começar

    Três a cinco prioridades ordenadas por impacto e esforço, com o prazo realista de cada uma.

O que recebe

Um diagnóstico com números, não um selo

Pontuação e maturidade

Uma nota de 0 a 100 e o nível de maturidade da sua aquisição, com as quatro dimensões que a compõem à vista.

Potencial de crescimento

Não é a pontuação outra vez. É a distância entre o esforço que já faz e o que consegue tirar dele, que é onde está a margem.

Custo por cliente e por contacto

Calculados a partir do que respondeu. Quando há dados suficientes, mostramos também quantos clientes por mês estão a ficar em cima da mesa.

Os gargalos, com evidência

Cada travão vem com a razão pela qual foi apontado, tirada das suas próprias respostas. Sem isso é adivinhação bem escrita.

Prioridades com prazo

O que fazer primeiro, com impacto, esforço e prazo. Ordenado pelo que devolve mais e custa menos, e não pelo que é mais caro de contratar.

Os limites, declarados

O resultado diz por escrito o que não conseguiu ver. Um diagnóstico que não declara limites está a pedir para ser acreditado no resto.

Exemplos

O género de coisa que este diagnóstico encontra

Cinco padrões que aparecem quase sempre em empresas portuguesas de serviços, comércio e indústria. Nenhum deles se resolve com mais anúncios.

  • Dinheiro a sair sem retorno conhecido

    Há investimento mensal em aquisição e a única leitura do que ele produz é a que a própria plataforma onde se compra apresenta. Cortar ou aumentar passa a ser uma aposta.

  • Contactos que arrefecem antes de serem atendidos

    Quem pede um orçamento pede a mais do que um sítio. Quando a resposta demora mais de um dia, a maior parte já decidiu, e o custo dessa perda foi pago à entrada.

  • Um canal único a sustentar o negócio

    Tudo entra pela mesma porta, quase sempre passa palavra. É a melhor origem que existe e a única que não se aumenta por decisão.

  • Contactos que vivem no email e no telemóvel

    Funciona enquanto forem poucos e enquanto for sempre a mesma pessoa a tratar deles. Deixa de funcionar exactamente quando o negócio começa a crescer.

  • Um site correcto para pessoas e vazio para máquinas

    A página está bonita e ninguém consegue extrair dela quem faz o quê, onde e para quem. Nos motores de busca custa posições; nos motores de resposta custa existir.

Porque é que pode confiar no resultado

Tudo o que está aqui pode ser conferido

As regras são fixas e são nossas

Não há modelo de linguagem a escrever o seu diagnóstico. É um motor de regras: as mesmas respostas produzem sempre exactamente o mesmo resultado, e por isso pode repeti-lo daqui a três meses e comparar.

As bandas de referência estão declaradas

Quando comparamos a sua conversão com uma referência, dizemos que é a nossa banda de trabalho para aquele sector. Não lhe chamamos média de mercado, porque não é, e um número que ninguém pode conferir não prova nada.

Escrevemos o que não sabemos

O resultado inclui a lista do que este diagnóstico não conseguiu ver. É a mesma norma do nosso blog: cada artigo diz o grau da evidência que apresenta e o que não consegue afirmar.

Ver o blog e a norma editorial

Há uma empresa registada por trás

WrightGate IT Solutions é a marca de REALCHAIN, S.A., NIPC 516852574, com sede em Avenida da Liberdade 110, 1269-046 Lisboa, Portugal. Se algum dia precisar de nos encontrar, sabe onde estamos.

Metodologia WrightGate

Não somos uma agência de marketing

Identificamos os gargalos que impedem uma empresa de crescer e construímos o sistema necessário para os ultrapassar. Às vezes esse sistema tem anúncios lá dentro. Muitas vezes não tem.

Primeiro, desenhar o que já existe

Antes de instalar seja o que for, percebemos como o negócio funciona hoje: por onde entram clientes, onde se perdem, que ferramentas já existem e quais delas ninguém usa. É a diferença entre resolver um problema e vender um produto.

Depois, tapar o buraco maior

Há sempre um travão que custa mais do que todos os outros somados. Quase nunca é aquele de que se fala nas reuniões, e quase sempre é mais barato de corrigir do que aquilo que se estava a pensar contratar.

Só depois, aumentar a escala

Trazer mais procura para dentro de um sistema que perde clientes é comprar o mesmo problema em maior quantidade. A ordem certa é corrigir, medir, e só então abrir a torneira.

E deixar tudo medido

O que fica instalado tem de deixar número. Sem isso, a decisão seguinte volta a ser tomada por intuição, e o trabalho todo dura o tempo da memória de quem esteve na reunião.

Perguntas

O que costumam perguntar antes de começar

Quanto tempo demora?

Menos de dois minutos. São catorze perguntas de escolha, sem texto para escrever, divididas por quatro passos. Pode voltar atrás em qualquer altura.

É mesmo gratuito?

Sim. Não pedimos cartão e não há uma versão paga do resultado escondida no fim. O que se paga, se quiser avançar, é o trabalho que vem depois, e isso é uma conversa separada.

Porque é que pedem os meus contactos antes de mostrar o resultado?

Por duas razões, e vale a pena dizer as duas. A primeira é que o diagnóstico fica associado a alguém que o pode voltar a pedir, corrigir ou mandar apagar. A segunda é que é assim que sabemos com quem falar se quiser aprofundar. Não partilhamos os dados com terceiros e pode pedir para os apagar quando quiser.

O resultado é escrito por inteligência artificial?

Não. É calculado por regras escritas por nós. Isso torna-o repetível, comparável no tempo e defensável linha a linha, que é exactamente o que um texto gerado não consegue ser.

E se o meu negócio for muito específico?

O diagnóstico trabalha com padrões de aquisição, não com o seu produto. Ainda assim, tem limites, e o resultado diz quais são. É por isso que a análise a sério vem depois, com os seus números à frente.

Vou receber telefonemas de venda?

Vai receber um contacto nosso, uma vez, sobre o diagnóstico que fez. Se disser que não quer mais, não há mais. Se preferir ser você a decidir quando, use o botão de WhatsApp no fim do resultado e ficamos à espera.

Dois minutos agora, ou continuar a decidir por intuição.

O diagnóstico não lhe vende nada. Diz-lhe onde está o travão, com o número que o sustenta, e deixa a decisão consigo.

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